O valor do músico que adora

Por JOÃO VITOR PACHU
Oi, povo!
Paz do Senhor! Paz seja convosco! Graça e Paz!
Hoje é minha estreia aqui no blog e já quero ir direto ao assunto que irei tratar nas próximas semanas com vocês que é a área musical.


Para dar início aos nossos estudos, escolhi um tema que acho muito interessante: O VALOR QUE TEM UM MUSICO QUE ADORA.

A distinção entre a música secular e a música “sacra”, com certeza, já causou muitos debates naquele grupo de irmãos que você participa no WhatsApp.
Realmente há essa distinção?
Te digo com todas as letras: S-I-M


“João, não viva de achismos. Me mostre a base bíblica!”
Preparado?

Abra em I Samuel, capítulo 16, versículo 14 até o final.


Pense em um rei. Pense em guerras que tinha que administrar. Problemas financeiros no reino. Sua popularidade estava começando a ir de mal à pior com os seus súditos...
Todavia esse não era o pior dos problemas desse rei. Pense que o caos desse rei era a rejeição que ele tinha conseguido alcançar de Deus, ao ponto dEle permitir que demônios atormentassem esse monarca. Os problemas psicológicos começaram a se intercalar com os espirituais; e depressão e opressão já não tinham distinção.

A música sempre acompanhou a humanidade e COM CERTEZA, sempre a acalmou nos momentos mais difíceis e alegres. Acordes menores para um velório... Tons maiores, cheios de sustenidos e ritmos rápidos para festas...
Alguém deve ter pensado: “Claro! Vamos trazer música para o rei.” “TRAGAM-NOS UM HARPISTA! Mas não traz qualquer um, não! Traz alguém bom” (Se o Juninho Afram fosse daquela época já sabemos quem seria escolhido, né?)

Surge nessa história um rapaz. Bonito, aparência simpática, ruivo, simples de tudo, pastor de ovelhas... músico: Davi! Foi a ele quem chamaram para tocar quando o rei Saul estivesse em seus momentos de perturbação.
Com tantos músicos no reino (que não é possível que não se tinham músicos bons no reino!) qual o diferencial de Davi? Porque justo ele?

Ele não tocava por tocar. Davi colocava seus sentimentos de gratidão e amor a Deus em cada toque dos seus dedos nas cordas de uma maneira diferenciada. Não como os músicos de Israel que colocavam seus sentimentos sobre coisas desse mundo. Davi buscava o sobrenatural nas suas músicas. Davi fazia orações e criava canções com elas. Davi se humilhava diante do seu louvor. Davi usava a música para o propósito a qual ela foi criada: Exaltar à Deus e, UNICAMENTE, EXCLUSIVAMENTE, à Deus!

Penso eu que Davi levava a harpa pra todo canto com ele, enquanto encaminhava as ovelhas pelas paisagens desertas de Israel e pelo tempo que elas iam se alimentar das poucas moitas que restavam nos campos de areia, ele ficava compondo, estudando escalas, cantando orações e imaginando “pastos verdejantes” para que pudesse descansar.

O resultado dessa devoção conhecemos no último versículo desse capítulo.
Toda vez que o espirito maligno começava a atormentar Saul, Davi simplesmente dedilhava a Harpa. ISSO ME ENCANTA DEMAIS!!!!!!!!!
Davi só precisava IMPROVISAR na harpa e isso já era tão puro de coração, tão dedicado ao Pai, que já servia para espantar qualquer coisa.
Tente trazer isso para a sua realidade, para a sua congregação, seu grupo de louvor. Você não faz ideia de como vidas podem ser mudadas através do louvor que você direciona à Deus.
Seja como Davi. Não toque para ser engradecido. Toque para engrandecer à Ele.

Fiquem com Deus.
Orem por mim.
Estou orando por vocês.

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