O sacrifício perfeito.

Por Eliézer Sejač Rodrigues

"Chegou, porém, o dia da Festa dos Pães Asmos, em que importava sacrificar a Páscoa." (Lucas 22:7)

Cristo foi crucificado exatamente na semana em que os judeus comemoravam a Páscoa. Mera coincidência? De maneira alguma!
Deus amou o mundo de maneira tão grandiosa que enviou o Seu Unigênito para morrer por nossos pecados (João 3:16), tornando-o, assim, o nosso Cordeiro pascal.

Às vésperas da saída de Israel do Egito, o Senhor instituiu a Páscoa, consolidando, por meio desta festividade, a Sua presença no meio do povo de Israel. No entanto, sendo a lei a sombra dos bens futuros e não a imagem exata das coisas, os sacrifícios continuamente oferecidos no Antigo Testamento jamais poderiam libertar-nos do pecado e resgatar-nos para Deus. (Hebreus 10:1)

Por isso, Cristo revelou-se ao mesmo tempo como o Cordeiro que tira o pecado do mundo (João 1:29) e como o Sumo Sacerdote dos bens futuros (Hebreus 9:11), abençoando-nos com a Sua vida. Por meio do maior e mais perfeito sacrifício, Ele venceu a morte e entrou no tabernáculo celestial para interceder por nós.

Neste dia, glorifiquemos a Deus que, com Sua graça tão inefável, livrou-nos da ira vindoura, da Grande Tribulação, do abismo eterno, e garantiu-nos uma coroa de glória eterna e incorruptível no céu. Louvemos ao Senhor Jesus, que se fez pecado por nós, morrendo em nosso lugar e garantindo-nos perdão, restauração e vida eterna.

"MALAFAIA, Silas". Palavra de vitória. [2ª edição]. Página 117. Editora Central Gospel, 2008.

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