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sábado, 12 de maio de 2012

O sofrimento de uma mãe.


Por Eliézer Sejač Rodrigues


Nossa história começa em meados da década de 80, em uma pequena cidade do litoral catarinense.

Uma mulher percebe algo diferente em seu pequeno bebê: cada vez que ele come, acaba vomitando. Isso não é nada normal.  Ela conversa com seu esposo, mas ambos não conseguem uma resolução para esse problema.

Talvez fosse a hora de consultar sua velha mãe. Com todos os anos de experiência, ela saberia exatamente o que fazer. Chegando lá, a velha senhora aconselha-a a procurar um médico.

Somente quem é mãe sabe a preocupação que se sente em momentos como esse. Ela o leva ao hospital, com o coração acelerado, querendo ver seu filho logo bem.

Momentos de aflição com a espera... Finalmente são chamados, a criança examinada e a mãe observando tudo com "o coração na mão". Não sabia exatamente o que estava acontecendo com seu pequeno filho.
Após alguns minutos, que lhe pareciam anos, sai o diagnóstico: a criança está com uma grave doença. "Impossível - ela pensa. O que eu fiz de errado?"
Lágrimas logo rolam em sua face e a preocupação se multiplica de forma incomum.

Explicam-lhe que seu filho possui uma doença rara e que necessita de cuidados especiais. Ela tenta absorver alguma informação, mas sua mente já está a mil por hora.
Finalmente é forçada a deixar seu filho sob cuidados médicos e ir para sua casa. Ela não quer. Diz que não larga seu filho por nada, mas após levarem a criança  para um quarto especial, alguem consegue levá-la para casa.

Naquela noite, e nas outras 20 que viriam pela frente, ela não conseguiu dormir direito; fechava os olhos, mas sua mente não parava. Ela só pensava no seu pequeno filho.

No outro dia, logo foi para o hospital. Não! Ela não comeu!
Chegando lá, assusta-se ao ver seu filho em uma sala isolada e vários aparelhos ligados à ele. Explicam-lhe que a doença é grave, rara e contagiosa; então ela apenas poderia observar a criança através de um vidro.

A medida que o sofrimento da criança aumentava, o sofrimento da mãe crescia em maior proporção; o choro, lamento e tristeza eram tanto que não existem palavras para ilustrar o tamanho. Será que ela perderia aquela criança que tanto pediu à Deus?

A mulher que já não dormia direito,  não conseguia também mais comer. Apenas chorava e pedia a Deus que livrasse seu filho, mas dia após dia as coisas pioravam para a criança. Ligavam para o hospital e falavam que não adiantava ligar porque ela estava praticamente morta.

Sofrimento, angústia, dor, necessidade...

Necessidade? É... acabou-se o pouco dinheiro que tinha e não havia meio para a mulher ir até o hospital nos dias seguintes. Mas ela reúne o pouco de forças que ainda tem, mesmo sem dormir e comer, e caminha por cerca de uma hora até o hospital.

Ao chegar no hospital, ela vai olhar seu filho. Seu psicológico já estava abalado pelas noites mal dormidas, pela falta de comida, pelo cansaço da caminhada... e ao chamar seu filho, ele vira o rosto não a reconhecendo-a mais. Foi a gota d'água para ela desabar em choro.

Passaram-se 17 dias nessa situação. A mulher chorava, dormia mal, não comia e caminhava até o hospital quando não tinha dinheiro... tudo isso para chegar lá, ver seu filho respirando apenas por ajuda de aparelhos e ainda ele não o reconhecer.

De onde vinha tanta força? Haja garra para suportar tamanha pressão. Mas é exatamente isso que uma verdadeira mãe faz. Importa-se mais  com seu filho do que consigo mesmo.

Mas essa história teve um final feliz!

Num determinado dia, após mais uma vez a mulher se lamentar pela doença que acometeu seu filho, a mulher ouve claramente uma voz dizendo-lhe que aquilo era uma prova e que o menino não iria morrer. (Mais ou menos nesse mesmo instante, uma enfermeira ao trocar o soro que sustentava a criança, percebeu que ela não respirava mais... chegava ao fim o sofrimento daquela criança.)

Mas não era essa a vontade de Deus. Momentos depois, a criança volta a respirar e assusta a equipe médica. E a partir daquele momento, um milagre começou a acontecer.

No outro dia, a mulher voltou ao hospital (novamente caminhando e sem comer) e viu que seu filho estava acordado, brincando com a mangueira do soro. Ela novamente o chamou através do vidro que os separava, e dessa vez ele a reconheceu e lágrimas  rolaram em seu rosto. Embora não tinha forças para emitir sons, o menino chorava de forma copiosa, querendo ir para o colo da mãe.

Mas isso só foi possível poucos dias depois. A cada dia que a mulher voltava ao hospital, seu filho estava livre de um aparelho. Já não precisava mais de inalação, nem de oxigênio... algo sobrenatural havia acontecido.

Finalmente chegou o dia em que a mulher pôde pegar seu filho no colo e o trazer de volta para casa. Uma alegria infinda inundou o seu ser e um sentimento de profundo agradecimento a Deus se via no rosto daquela mulher que tanto chorara e sofrera.

Ela criou seu filho nos caminhos do Senhor, ensinando todos os conceitos cristãos à ele.
A mulher faleceu em 2003 devido à um tumor que lhe acometeu e hoje dorme no Senhor, descansando de todo o seu sofrimento e choro.

A criança?!
Após uns anos afastado da Verdade, voltou para os caminhos de Deus e reconhece a linda história de um verdadeiro amor de mãe. Hoje ele escreve esse texto com lágrimas nos olhos e aconselha à você que ainda tem sua mãe viva, que a honre, ame e seja sempre grato à ela.

Que Deus vos abênçoe, em nome de Jesus.
Para quem é uma mãe de verdade... Parabéns! Você tem o meu respeito!
FELIZ DIA DAS MÃES!!!

Essa é a dona Maria Odete Rodrigues,
minha saudosa mãe. 

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