PODEM PASSAR A SACOLINHA! (parte II)

O inimigo usa abusadores da fé, como "Tim Tones" (Chico Anysio), para desacreditar a igreja e desanimar os crentes


A Paz do Senhor!
Na primeira parte desta reflexão (leia a primeira parte deste texto clicando aqui) vimos que os dízimos e ofertas ainda são válidos no Tempo da Graça, presentes no Novo Testamento, mas que o inimigo tem semeado desconfiança e constrangimento através de falsos homens de Deus - como o personagem "Tim Tones", de Chico Anysio - para que não haja ofertantes que mantenham financeiramente a Obra de Deus. Nesta segunda parte, continuaremos a tratar sobre dízimos e ofertas, sempre do ponto de vista neotestamentário.
Os apóstolos usavam o conceito de dízimo como sinal de: temor a Deus, reverência, reconhecimento e fidelidade! (Leia: Hebreus 7)
Jesus Cristo – Ele mesmo: o Próprio Senhor dos senhores, Mestre dos mestres e Rei dos reis! - falou de dízimos e ofertas, e não apenas isso: Ele avalia a intenção do coração de cada dizimista e ofertante! (Leia: Marcos 12.41-44; Mateus 5.23-24; Mateus 23.23). Jesus diz que não basta apenas dar a oferta, mas precisamos estar com o coração puro e com a motivação correta! Jesus valoriza quem oferta à Casa de Deus de puro coração!
Os apóstolos e mestres do Novo Testamento, pais do cristianismo, nos recomendam a ofertar na Obra e lembram que Deus abençoa a quem assim o fizer! Quando ofertamos de coração, com alegria, o Próprio Deus abençoa-nos e nos traz prosperidade (leia: II Coríntios 9.5-14). O alerta é que a oferta não pode ser “constrangida”: deve ser livre. Devemos ofertar livremente, não por constrangimento ou avareza.
Aliás, a questão da avareza: não é avareza ofertar R$ 10,00 na expectativa principal de receber R$ 100,00? Será que Deus merece ser tratado como um "título de capitalização"? Sim, Deus, o Dono do ouro e da prata, É nosso Pai e nos ama e quer nos abençoar... Mas será que nos aproximamos d'Ele como nosso Deus e nosso Pai, para adorá-Lo e servi-Lo... ou será que tratamo-Lo como um “caixa eletrônico”, e esperamos que Ele nos sirva?
Jesus nos diz que não podemos servir, ao mesmo tempo, a Deus e ao dinheiro (leia: Lucas 16.13). Ofertar, simplesmente, como uma forma de tentar manipular a bênção de Deus - “toma lá, dá cá” - é AVAREZA! Agora, quando ofertamos de bom grado, conscientes que nossa oferta está ajudando a Obra de Deus a ser realizada, aí sim: estamos servindo a Deus, e Deus AMA quem oferta com alegria! E a bênção do Senhor estará sobre nós!
Devemos, sim, “semear” ofertas em toda Obra de Deus! Mas temos que ter consciência que o primeiro lugar onde devemos ofertar é na Igreja onde congregamos! (leia: Atos 24.17; Gálatas 6.6-10). Muitos deixam de consagrar o dízimo e ofertar nas suas igrejas, e ofertam a outros ministérios. É errado ofertar a outros ministérios? NÃO! O que é ERRADO É DEIXAR DE OFERTAR NA PRÓPRIA CONGREGAÇÃO! Devemos repartir nossos bens e semear onde estamos! A manutenção da igreja onde congregamos, as suas obras sociais e seus projetos a serem implantados dependem de nosso dízimo e oferta!
Na minha região, há um triste costume nas igrejas (espero que não seja comum este costume em outras regiões do País...): muitos não dão o dízimo e não dão ofertas em sua própria igreja... No entanto, “correm” atrás de “profetas” de outras denominações e de outras cidades, e dão altas ofertas a estes, ditos, “profetas”! É muito triste, isto! E, além de ser uma tolice sem tamanho, também é pecado de “avareza”, porque as motivações estão erradas!
Devemos parar de financiar estes “Tim Tones” da vida, estes falsos pastores que só pensam em “passar a sacolinha”, e passarmos a investir mais em nossas próprias congregações e nas legítimas obras cristãs que seguem o Evangelho genuíno!
(Sobre a legitimidade de uma igreja, recomendo um texto sobre doutrinas: clique aqui!)
O que recomenda-se é que, sempre, se entregue o dízimo em sua própria congregação. Quanto às ofertas, oferta-se conforme o Espírito Santo direcionar: tanto na própria congregação, quanto em outras obras do Reino de Deus.
Vamos a uma história HIPOTÉTICA:
Uma pessoa cristã se aproxima de um ministro evangélico perguntando onde diz na Bíblia que a gente deve dar 10% de nossa renda para igreja. O ministro mostra várias passagens sobre “dízimo”. A pessoa ainda não se convencia, porque não via dizendo que era “10%”. Então o ministro explica: A palavra “dízimo” é um substantivo numeral que significa “a décima parte”, ou “dez por cento”. Então, a pessoa pergunta como ela poderia calcular o dízimo. Simples: divide sua renda por 10 – o resultado é o “dízimo”. Daí, então, ela diz que 10% era demais, e que no “Tempo da Graça” não se precisa dar o dízimo, porque na igreja primitiva não se dava o dízimo. Então o ministro concorda com ela, e pergunta:
- Tu queres mesmo fazer de acordo com o que está no Novo Testamento?
- Sim!
- Então VENDE TODOS OS TEUS BENS e entrega TODO teu dinheiro ao pastor-presidente da tua igreja, e vai viver dentro da igreja servindo aos outros, porque é isso que os primeiros cristãos faziam!
- Tu estás louco! Isso é impossível de fazer!
- Não é impossível, não! Saiba que ainda hoje há quem viva dessa forma!
- Mas eu não tenho chamado para isso!
- Então, não justifique tua avareza com sofismas teológicos, e trate de ser fiel, pelo menos, no teu dízimo!
É nosso dízimo e nossas ofertas que mantém os templos cristãos abertos, os pastores ministrando, os evangelistas ganhando vidas, os missionários trabalhando em campo, as obras sociais resgatando vidas das trevas e tanto outras coisas!
A avareza é a iniqüidade que tem proliferado e – conforme disse Jesus em Mateus 24 – causado o esfriamento do amor pela Obra de Deus!
Não deixemos mais que nossa avareza sirva a satanás! Sirvamos a Deus, com nossos dízimos e nossas ofertas! Tenhamos convicção que nossa contribuição está favorecendo o Reino de Deus, e agradando ao nosso Senhor e Pai!
O quê? Não tem certeza se tua igreja é legítima? Fácil de resolver: compare a doutrina pregada e praticada com a doutrina bíblica! (Ah! Perdão: isso só é possível para quem lê a Bíblia!!! - mais uma pimentinha básica!).
Se tua igreja for legítima, ou seja, se pregar e viver a Doutrina de Jesus Cristo, invista mesmo nela com dízimos e ofertas! E sempre que possível, oferte a outros ministérios e a obras sociais de ministérios cristãos – lembrando de, primeiramente, ofertar “aos domésticos”, à sua própria igreja!
Deus nunca pede algo que não podemos dar! É Deus que dá a semente a quem semeia! Deus não vai pedir que tu dês cheque pré-datado (“fé-datado”), ou que estoures o limite do teu cartão! Deus não vai pedir uma oferta que prejudique tua família! Jesus não diz que devemos dar uma de nossas duas túnicas, não dar as duas e ficar nus!
Não precisamos de campanhas de prosperidade ou estratégias mirabolantes para sermos abençoados: basta obedecermos fielmente à Palavra de Deus, e a bênção virá até nós! E a Palavra de Deus diz, entre outras coisas, que devemos contribuir com a Obra de Deus com nossos dízimos e ofertas!
Façamos isso, portanto, livremente e sem constrangimento!
Quem constrange, obriga e usurpa até o que não temos são os “Tim Tones” da vida, os servos de satanás, falsos pastores! Deles, devemos nos distanciar!
Deus não vai te constranger ou obrigar a nada! Tudo que Deus faz é em paz e liberdade, de acordo com Palavra de Deus!
Seguindo os Princípios da Palavra de Deus - em ordem, decência, paz e liberdade, na motivação correta e de coração puro – toda oferta à Obra de Deus atrai bençãos sem medidas para a vida de quem oferta!
Semeie! Semeie! Semeie de coração, com confiança, em sabedoria e discernimento! Invista na Obra de Deus, de acordo com as suas possibilidades, e sejas fiel!
E que Deus multiplique as bênçãos de tua vida, em conformidade com a motivação de teu coração ao ofertar, como está escrito:
Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça; Para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus.” (II Coríntios 9.10-11)
Que Deus te guarde, ilumine, conduza e te prospere grandiosamente, em Nome de Jesus!
Forte abraço!
Ev. Danielson

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1 Response to "PODEM PASSAR A SACOLINHA! (parte II)"

  1. Assisti recentemente um video em que Eli Soriano (http://www.youtube.com/watch?v=XOSFd1YCyvw&feature=relmfu) trata da não-obrigatoriedade do dízimo, já que está escrito que "um novo sacerdócio (em Cristo) requer uma nova lei (não-levítica)", e que somente sacerdotes levitas teriam o direito de recolher os dízimos - o que não existe no novo sacerdócio da Nova Aliança. Sem discordar desses argumentos, acrescento: ENQUANTO VOTO - quem fez voto de dizimista - É VÁLIDO no Novo Testamento, e se requer que o dispenseiro da Nova Aliança seja FIEL: fiel em seus votos. Pela Graça, temos o perdão e a quebra de maldições pela Cruz, e o sacerdócio de todos os batizados em Cristo, mas isso não invalida a FIDELIDADE e a responsabilidade com o Reino (dízimos e ofertas servem para sustentar a Igreja).

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