A escolha é sua [Ele escolheu os cravos - parte 4]


Caim e Abel, ambos filhos da Adão. Abel escolhe Deus. Caim escolhe o crime. E Deus permite que isto aconteça.
Abraão e Ló, ambos peregrinos em Canaã. Abraão escolhe Deus. Ló escolhe Sodoma. E Deus permite que isto aconteça.
Davi e Saul, ambos reis de Israel. Davi escolhe Deus. Saul escolhe o poder. E Deus permite que isto aconteça.
Pedro e Judas, ambos negaram ao Senhor. Pedro busca misericórdia. Judas busca a morte. E Deus permite que isto aconteça.
 A cada estágio da história, em cada página da Escritura, a verdade é revelada: Deus permite que façamos nossas próprias opções. E ninguém delineia isto mais claro do que Jesus. De acordo com Ele, podemos escolher: A porta larga ou a porta estreita (Mt 7.13-14) O caminho espaçoso ou o caminho apertado (Mt 7.13- 14)
Podemos também escolher:
Construir sobre a rocha ou a areia (Mt 7.24-27)
Servir a Deus ou às riquezas (Mt 6.24)
Somar com os bodes ou com as ovelhas (Mt 25.32-33)
"e todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas. E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda" (Mt 25.46).
A grande multidão ou a pequena multidão (Mt 7.13- 14)

Deus oferece opções eternas, e estas escolhas possuem conseqüências eternas. Isto não faz lembrar do trio no Calvário?
Você já pensou por que havia duas cruzes próximas a Jesus? Por que não seis ou dez? Já pensou por que Jesus estava no centro? Por que não à direita ou à esquerda? Poderia ser porque as duas cruzes no monte simbolizam um dos maiores presentes de Deus? O presente da escolha.
 Os dois criminosos tinham muito em comum. Condenados pelo mesmo sistema. Sentenciados à mesma morte. Rodeados pela mesma cruz. Igualmente próximos a Jesus. Na verdade, ambos iniciaram a conversa com o mesmo sarcasmo: "E o mesmo lhe lançaram também em rosto os salteadores que com ele estavam crucificados" (Mt 27.44). Mas um mudou. E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós. Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez. E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu Reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso (Lc 23.39- 43)

Muito tem sido dito sobre a oração do ladrão penitente, e isto certamente garante nossa admiração. Mas, enquanto nos regozijamos pelo ladrão arrependido, será que ousamos nos esquecer do que não se arrependeu? E quanto a ele, Jesus? Não teria sido apropriado um apelo? Quem sabe uma palavra de persuasão não teria sido eficaz?
Não deixou o pastor suas noventa e nove ovelhas e foi em busca da que havia se perdido? A dona de casa não procura por todos os aposentos até que a moeda seja encontrada? O pastor sim, a dona de casa sim, mas o pai do filho pródigo, lembre-se, nada fez. A ovelha perdeu-se por inocência.
A moeda foi perdida por irresponsabilidade. Mas o pródigo saiu de casa intencionalmente. O pai ofereceu-lhe o benefício da escolha. Jesus fez o mesmo com os ladrões. Há momentos em que Deus envia trovões para nos sacudir. Há momentos em que Deus manda bênçãos para nos alegrar. Então há momentos quando Deus nada manda além de silêncio, enquanto nos honra com a liberdade de escolha do local onde passaremos a eternidade E que honra!
Será que recebemos algum privilégio maior do que o da escolha? Este privilégio não apenas compensa qualquer injustiça como também o dom da liberdade compensará quaisquer enganos.
Pense no ladrão que se arrependeu. Embora pouco saibamos sobre ele, temos uma certeza: a de que ele fez algumas opções ruins na vida. Ele escolheu a multidão errada, as morais erradas e o comportamento errado. Mas você acha que sua vida foi desperdiçada? Está ele passando a eternidade colhendo os frutos de todas as suas escolhas erradas? Não, exatamente o contrário. Ele está saboreando o fruto destinado aos que fazem a escolha certa como ele fez. No final, todas as suas más escolhas foram redimidas por uma única boa opção.

Como podem dois irmãos, nascidos da mesma mãe, terem crescido na mesma casa, e um ter escolhido a vida e o outro a morte? Eu não sei, mas aconteceu. Como podem dois homens ter visto o mesmo Jesus, e um ter escolhido rir dEle e o outro, orar a Ele? Não sei, mas aconteceu.
E, quando um orou, Jesus o amou de tal maneira que o salvou. E quando o outro caçoou, Jesus o amou o suficiente para permitir isto. Ele permitiu a escolha. E o mesmo Ele faz por você...

Você tem feito algumas opções erradas na vida, certo? Escolheu os amigos errados, talvez a carreira errada, até mesmo o cônjuge errado. Ao olhar para trás você pensa, "Se ao menos... se eu pudesse modificar estas escolhas erradas." Você pode. Uma boa escolha para a eternidade compensa milhares de escolhas erradas na terra. A escolha é sua.

                          Trecho extraído do livro: Ele escolheu os cravos - Max Lucado

Tenham todos uma ótima e abençoada semana
Até a próxima =) Fiquem com Deus
Criticas, duvidas ou sugestões: ca_fdr@hotmail.com
www.twitter.com/camila_scherrer

1 Response to "A escolha é sua [Ele escolheu os cravos - parte 4]"

  1. Olá muito bom seu blog que Deus continue abençoando. fique na paz do Senhor Jesus. abraços
    www.blogandodemadrugada.blogspot.com

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