Marchando

Por Vanessa Utzig

1Cr 14:15E há de ser que, ouvindo tu um ruído de marcha pelas copas das amoreiras, então sairás à peleja; porque Deus terá saído diante de ti, para ferir o exército dos filisteus.


Melquideseque estava indignado. Etelvina lavando a louça ouvia o marido que da sala contígua, lamentava:
- Claro, assim é fácil convencerem o povo que acredita em tudo o que vê na TV! Levam um pastorzinho mequetrefe sem preparo e ainda com jeitinho efeminado, pra descer a lenha nos crentes! Querem mesmo acabar com a gente! Nem se sabe quem é esse pastor, um desconhecido! Por que não chamaram o Silas Malafaia pra esse debate? Covardes!
- Calma, pai. – pede o filho, estendido no sofá. – É só um programa fajuto, de baixaria e bobageira. Liga não.
- “Liga não”? Jacob, muita gente vê este programa fajuto! E eles dizem que o povo de Deus é homofóbico! Olha só, estão falando da violência contra os homossexuais como se fosse muita, como se apenas eles sofressem violência! E querem que o Brasil inteiro pague por isso! Um horror, absurdo! E são espertos, safados; pra debater sobre a questão da “homofobia” convidam um pastorzinho desconhecido e despreparado, ainda com jeito efeminado, provavelmente alguém que teve envolvimento homossexual. Por que não convidaram o Silas Malafaia? Por medo, claro. Sabem que com ele não tem vez. Iam tomar um banho de conhecimento e persuasão. Nem mesmo sabendo que com o Silas a audiência ia bombar! Nem assim tiveram coragem. São covardes mesmo, querem mesmo aprovar essa porcaria de projeto de lei essa PLC 122/06 a mordaça gay abominável. Nem vou assistir esse lixo! Queria ver se fosse com o Silas!
- Ah, pai, vai que o pastorzinho é legal, Deus pode usar ele, a gente não pode julgar pela aparência...
- É verdade, filho. Mas o que a gente viu até agora é a Luciana Gimenez e sua catrefa trucidando o pastorzinho. Até aquele cara que nem sei o nome, aquele que “casou” com seu parceiro, disse pro pastorzinho que ele é gay enrustido! Eu é que não vou assistir esse lixo, dar ibope pro maligno, me envenenar, me amargurar com ira.
- É, Melqui. Nossa luta não é contra a carne e o sangue... – Etelvina setencia ali da cozinha, enquanto encerra seu expediente guardando a louça lavada.
- Eu sei, Ete. Só queria ver o debate com o Silas e não com esse pobre pastor desconhecido...
- E despreparado. Verdade, concordo contigo, Melqui. – Etelvina apaga a luz da cozinha e vai pra junto do marido, que zipa daqui e dali e acaba desligando a TV.
- Qual é, pai? Desliga a televisão assim, sem avisar?
- Te levanta deste sofá, Jacob, vai dormir que tem aula amanhã cedo.
A família reunida ora agradecendo a Deus pelo dia, pedindo perdão por suas falhas egoístas e em cada “boa noite” a certeza de um dia melhor amanhã. Graças a Deus.
 Agora, leiam este artigo do Julio Severo, pois é isso mesmo, assim que tenho encarado esta situação absurda de perseguição aos cristãos. Mas entendo que a Palavra de Deus nos alerta que seríamos perseguidos. O mundo nos odeia... O mundo querendo dizer, o sistema mundano.
Joa 15:19Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia.

Joa 16:33Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.
        
                 

Prática homossexual torna-se cada vez mais garantia contra impunidade e descaso policial

Julio Severo
Um morto na rua. A polícia cumpriu o seu dever de fazer suas averiguações do crime e comunica o caso ao delegado, que pergunta: “A vítima era gay?”
Quando a resposta é negativa, o delegado diz: “Joguem então esse caso nas estatísticas dos mais de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos”.
Não é que a polícia seja amante da impunidade. Com dezenas de milhares de assassinatos ocorrendo, fica difícil para poucos policiais mal pagos e mal treinados resolverem tantos crimes. Tudo o que lhes resta é cuidar dos casos que recebem holofotes.
Em 2007, o menino Gabriel Kuhn, de 12 anos, foi estuprado e esquartejado ainda vivo, morrendo de hemorragia depois que suas duas pernas foram arrancadas a golpes de serra, mas o caso nunca ganhou fama na grande imprensa. Um crime comum — estupro, esquartejamento e assassinato de um menino — não atrai tanto a atenção da mídia quanto o caso de um gay que sofre uma agressão.
A moda é, por causa da pressão do movimento homolátrico, tirar da nuvem negra do descaso somente incidentes onde homossexuais sofrem arranhões, agressões e assassinatos — ou até mesmo, como muitas vezes ocorre, aqueles que simplesmente se sentiram ofendidos. O PLC 122/06, por exemplo, pune o autor de uma simples “ofensa” contra a prática homossexual com uma pena tão pesada quanto leva um estuprador de crianças.
Na classificação dos crimes, a prática homossexual dá a uma vítima o direito de não ser tratada com a mesma indiferença com que são tratadas todas as outras vítimas.
A impunidade que afeta crimes contra bebês, meninos, meninas, rapazes, moças, homens e mulheres está perdendo sua força quando a vítima é viciada naqueles impudicos atos privilegiados, pois legisladores, jornalistas e grupos de direitos humanos colocaram os praticantes do homossexualismo na categoria de indivíduos que merecem atenção VIP.
Se você é homossexual, há agora as delegacias especializadas de “direitos humanos”, onde você terá atendimento personalizado. Há o disque-denúncia gay, para você usar e abusar, denunciando como “homofóbico” até o cão do vizinho que incomoda com seus incessantes latidos. Se você não é gay, você terá de se juntar ao povão e entrar na fila do atendimento público. Afinal, o perfil dos gays é economicamente mais elevado e essa classe endinheirada não pode se misturar com as pessoas comuns. Uma mistura só ocorre quando o gay ricão vai atrás de um rapaz ou menino pobretão para oferecer presentes em troca “daquilo”.
Contudo, os homossexuais não são os alvos preferenciais de assassinatos. Se fossem, haveria dezenas de milhares deles perdendo a vida todos os anos. Quem está perdendo a vida aos milhares são os brasileiros comuns que, de 1980 a 2005, sofreram o astronômico e assombroso número de aproximadamente 800 mil assassinatos. Então você pergunta: “Mas como é que nunca ouvi falar disso?” Simples: eles não eram gays.
Nesse mesmo período de 25 anos, 2.511 homossexuais foram assassinados, de acordo com informações do próprio Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott. Esse pequeno número pode incluir também episódios onde a causa do crime é a paixão irracional de um amante da vítima. Além disso, é supervalorizada e supermaquiada a morte de homossexuais que frequentam, às 2h da madrugada, ambientes de drogas, prostituição e criminalidade.
Embora as vítimas homossexuais não cheguem nem a 1% dos 800 mil brasileiros assassinados, elas se tornaram a estrela principal do “show”. É como se os homossexuais é que somassem 800 mil vítimas, e todos os outros brasileiros não passassem de 2 mil assassinados.
Por ano, são assassinados 122 homossexuais, ou 1 a cada três dias, conforme alegação do sr. Luiz Mott. Em contraste marcante, por ano são assassinados 50 mil brasileiros, 414 a cada três dias, ou 138 por dia. Isso significa que o número de brasileiros mortos por dia é maior do que o número total de homossexuais mortos por ano, indicando, nas palavras de Solano Portela, que “a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay”.
A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)
Não se sabe o motivo por que travestis e outros homossexuais, que escolhem ambientes de criminalidade e prostituição, não sofrem uma proporção muito maior de assassinatos. Será que a bandidagem agora tem também medo de ser acusada de “homofóbica”?
Certas atitudes do homossexual perturbado (por homossexual queremos dizer o homem que dá ou recebe o pênis no ânus) passaram a fazer parte integral da propaganda que trata como “homocausto” (holocausto de homossexuais) os 122 homossexuais assassinados todos os anos no Brasil. Esse homocausto na verdade soma uma proporção baixíssima que entra em choque com o quadro imenso de todos os outros brasileiros assassinados. Mas a realidade maior é vencida pela realidade pequena à custa daquelas atitudes típicas de gay espalhafatoso, como mentiras, intrigas, estardalhaços e fofocas, sofisticamente mascarados em linguagem de propaganda.
Com a pressão e opressão da Gaystapo na mídia, que chance tem a vasta maioria das vítimas (que são tratadas como cidadãos de quinta categoria) diante das “vítimas de primeira classe”?
A agenda da homolatrina joga a verdade no chão e exalta a homolatria acima de toda e qualquer estatística e realidade social, ganhando no puro estardalhaço.
No entanto, se os homossexuais são realmente 10% da população brasileira, conforme alegam os grupos gays do Brasil, onde estão então os 80 mil homossexuais mortos no período de 25 anos? Se eles são apenas 5%, então onde estão os 40 mil homossexuais mortos? Se eles são apenas 1%, onde estão os 8 mil mortos?
Com todos os holofotes da mídia no pequeno número de vítimas homossexuais, a impunidade só tende a aumentar para todos os brasileiros, pois mais atenção e policiamento para homossexuais significa menos atenção e policiamento para todos os cidadãos.
Os crimes agora só ficarão protegidos de impunidade conforme a homolatria da vítima. O agredido é gay? O culpado será condenado e preso, sem chance de escapar. A vítima não é gay? Então a polícia está ocupada demais para investigar, dando ao culpado a chance de suspirar de alívio. É a ideologização e idiotização do sistema de punição. É a homolatria privilegiando quem presta culto ao ânus.
Quer que um caso de agressão ou assassinato em sua localidade receba atenção da imprensa, dos políticos e da polícia? Numa sociedade mergulhada na homolatrina, só lhe resta alegar que a vítima é gay. No incidente do menino Gabriel Kuhn, que foi estuprado e esquartejado, o caso dele seria lembrado regularmente em todos os canais de TV e no próprio Congresso Nacional — se o esquartejador não fosse homossexual. E há milhares de outros casos de meninos estuprados que não viram notícia na tela da TV Globo ou da TV Record, porque o estuprador é homossexual.
Quando a vítima é homossexual, holofotes. A “causa” do crime é a “homofobia” e ponto final. Cada caso de “homofobia” se torna motivo para campanhas espalhafatosas em favor de leis para proteger depravados de primeira categoria como se fossem vítimas de primeira classe.
Quando o criminoso é homossexual, manipulação, falsificação e ocultamento, protegendo a prática homossexual de toda desonra. A “causa” do crime é um mistério! A culpa é jogada em tudo e em todos, menos na chamada “orientação sexual”.
A agenda da homolatrina garante atenção VIP para vítimas homossexuais e impunidade para homossexuais que cometem insanidades. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, é acusado de defender a pedofilia, enquanto o homossexual Denílson Lopes, professor universitário, tem descaradamente defendido o sexo com crianças. Além disso, um filme brasileiro promoveu abertamente o sexo homossexual entre meninos. Em cada um desses casos, as autoridades jamais tomaram qualquer medida. Contudo, se um pastor ou padre dissesse apenas 10% do que Mott e Lopes disseram sobre sexo com crianças, já estariam — e com muita justiça — presos e completamente desmoralizados com denúncias jornalísticas desde a revista Veja até a Rede Globo.
Na violência generalizada que assola a todos no Brasil, a homolatria agora faz toda a diferença na hora de decidir quais vítimas recebem tratamento de estrela de cinema e quais perpetradores obtêm impunidade.

1 Response to "Marchando"

  1. Excelente texto!!!

    Que absurdo essa "onda" que estamos vivendo... o que é certo agora é errado e o errado agora é exaltado e até premiado... isso é a aplicação da significação da Palavra "SOFISMA" no sentido mais fiel. É um plano diabólico muito blindado, com apoio gigante de classes e segmentos e com resultados que poderão ser irreversíveis!

    Uma coisa muito me alegra: No céu não entrará nada que contamine!

    ResponderExcluir

Fique a vontade para comentar e dar sua opinião.
ELA É DE RELEVANTE IMPORTÂNCIA PARA NÓS!

Identifique-se, pois queremos estar sempre em contato direto com nossos leitores!

Obrigado por acompanhar, divulgar e orar pelo blog O Semeador!
Que Deus abençoe sua vida, em nome de Jesus!

Blog Archive

TEXTOS MAIS ACESSADOS