Missões

por: Ana Eliza Oliveira


Olá moçada!! Hoje eu não vim aqui pra apresentar mais um país a vocês, como das outras vezes... Eu queria inovar nas postagens, que etão ficando até meio que repetitivas, e pesquisei alguns temas que estão um pouco mais dentro de nossa realidade, o Brasil. E o que não falta aqui é campo missionário! Então vamos conhecer um campo missionário dentro do nosso Brasil? Vou tentar colocar a postagem com a cara das outras... Vamo lá?


Os ribeirinhos do Amazonas

O Amazonas apesar dos perigos, é um dos lugares mais bonitos do nosso Brasil, com suas florestas verdes e a beleza de seus rios, encanta a todos os que o conhecem.
Neste Brasil imenso uma das áreas mais difíceis de serem alcançadas pela Palavra de Deus é a dos “Ribeirinhos” – vilas, aldeias e acampamentos localizados às margens dos rios e sem acesso por estradas.
Há uma grande concentração de pessoas nas margens dos rios, principalmente da região Amazônica e do Pantanal que não tem acesso às boas novas do evangelho e muitas vezes nunca tiveram um exemplar da Palavra de Deus. Para alcançá-las é necessário um grande esforço tanto financeiro – aluguel de barco, combustível, alimentação, etc – quanto humano, pois essas viagens demandam que um grupo de missionários e auxiliares fique embarcado por semanas seguidas.

As comunidades ribeirinhas do Amazonas são talvez a população mais hospitaleira e amistosa do Brasil. Vivendo no mais completo isolamento nas barrancas dos inúmeros rios da bacia amazônica, é uma festa quando chega um visitante, quando de longe se ouve o motorzinho de um barco. A visita de alguém de longe pode significar a diferença entre a vida e a morte pra este povo sem acesso à assistência de saúde, à educação adequada e significativa, e sem acesso à Palavra de Deus, que não pode ser entendida por eles (que são comunidades não letradas) nem na versão da Linguagem de Hoje.

As equipes precisam ser organizadas de forma a atender a todas as necessidades. Veja o relato de uma viagem de uma equipe de missionários à esses lugares: "Algumas coisas na vida a gente tem que viver, e esse momento que vivemos ali é uma delas, é algo que só vive ali. Quando o barco chega às comunidades a alegria do povo é tanta que aquilo acaba contagiando todas as pessoas que estão a bordo. E isso faz com que o atendimento seja 100% eficaz, ou seja, faz com que um amor brote e seja forte com cada um deles. De repente a gente sente que eles dependem de nós, sentimos a responsabilidade de fazer o melhor possível, e isso é muito fácil quando nos vêem como a solução para seus problemas, mesmo que seja por aqueles momentos."
Os ribeirinhos tem os missionários como uma esperança: "Quando as essas pessoas avistam o barco eles remam desesperadamente para nos acompanhar e terem certeza de que serão atendidos. Homens, mulheres e crianças que sofrem com dor de dente, vermes e tantas outras enfermidades que água não potável e os insetos produzem nos corpos daquelas pessoas tão puras e inocentes. Muitas pessoas nos perguntam se vale a pena se sacrificar tanto. Se vocês virem o tamanho do sorriso delas verão que vale mais que a pena. Se vale a pena tanto investimento na cidade e por que não nas selvas. Nas cidades, por mais pobres que sejam, existe algum posto de saúde, mas ali não existe exatamente nada, apenas a esperança do barco dos Gideões Missionários da Última Hora aparecer entre as grandes árvores e Igarapés. E quando aparece, encontra pessoas como essas das fotos da viagem, seres humanos morrendo. Seres humanos que precisam de nós, que precisam de visão missionária, mas que a visão seja também uma visão de adoção de amor e fé.


Quando Jesus disse que teríamos que ganhar almas e fazer discípulos, Ele estava querendo dizer que dessa caminhada de obediência teríamos que adotar muitas pessoas, queria dizer que não bastaria apenas pregar e pregar, e sim agir e agir. E eu entendo que agir é isso aí que estão vendo em imagens e vídeos, é fazer parte de suas vidas." (Gideões Missionários - Projeto Amazonas)
Temos muito o que aprender com eles. Sua luta pela sobrevivência é admirável. Os dias são longos e de um labor intenso. Desde o nascer do sol as famílias se organizam para o trabalho. Desde o trabalho da extração da seringa, ou da madeira; a pesca, a produção de farinha, o plantio da cultura básica (mandioca, macaxeira e milho), ou a construção de casas, canoas e barcos, até a labuta doméstica: carregar água, cozinhar à lenha, produzir carvão, amassar açaí, etc.
E quando nascem as igrejas do beiradão, recebem seus membros à noitinha, vindos de longe, de ilhas distantes, de beiras isoladas na selva, com a lamparina na proa da canoa, as crianças dependuradas nos quadris, as vidas à procura sempre de mais uma esperança para seguir lutando.



Pois é, vim aqui mostrar como existem pessoas dentro de nosso país que aindanão ouviu falar do Evangelho, e mesmo assim, de certa forma são esquecidas... Não podemos nos esquecer das almas que clamam. É tempo de despetar, e olhar para as vidas qeu estão clamando pela salvação. Ore pelos Ribeirinhos do Amazonas. Eles precisam de você.
Bem, meus amores, eu me vou-me, mas só por hoje... Semana que vem, estou de volta!! Se Deus quiser!! Vou ficar com saudades, mas fazer o que, né?? rsrsrs!! Beijocas e pipocas, e até a próxima!! =D

1 Response to "Missões"

  1. Deus tem te usado...Graças à Deus!
    Tomara que mais pessoas se consientize quanto à evangelização no Brasil...Ainda tem muitos esquecidos e que estão morrendo sem conhecer o EVANGELHO, CRISTO JESUS!!!
    Vamos e façamos discípulos...

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